sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Intoxicação Mental


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Eram 03:15 da madrugada quando despertei. Esta va sonhando, não me lembro com o que  mas estava. Talvez o sonho secreto tenha-me feito despertar, não sei. Após um breve murmurar indecente, levanto em direção a sala para mais uma madrugada ficar fuçando as coisas da net.
Meu interior já sofria pela certeza de um final de tarde cansativo, sonolento e lento.
Hábitos de madrugadas sem fim, tantas que já passei, muitas em choro, outras em despespero mental, outras curtindo dores que não passam, físicas e emocionais. Outras divagando com a vida, outras buscando um milagre!
A insônia só bate nos momentos de desespero e não lembro de ter ouvido alguém falar que não dormiu por absoluta felicidade. 
Esta insônia pra ser mais exata não tinha um determinante, simplesmente pintou na madrugada ... E la fui eu tentar lutar contra ela.
Acho que a gente cansa de lutar pelas circunstâncias e por ser uma noite fria e gelada (inverno no verão, Curitiba tem destas coisas) resolvi resolutamente voltar pra cama, assim do nada, se fosse pra ficar pirando que fosse pelo menos quentinha na cama assistindo TV. Oras!
Duas voltas pro lado e adormeci .... Cheguei a conclusão que é habito do meu corpo, acordar de madrugada, se for insônia, então, nem durmo.
Cheguei a conclusão também que as observações de uma dileta amiga podem estar corretas: Estou intoxicada de hábitos. Viciada em horários, rotinas, mesmices ... sei lá!
Preciso rever isso na minha vida. 
#urgente




sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Uma vida de rascunhos!


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Alguém disse que podemos todos os dias “re-escrever” nossa história. Positivo e verdadeiro.

Eu mesmo, escrevo todos os dias a minha existência em um rascunho, em uma folha velha pra todo dia ser obrigada a passa-la a limpo.

Assim, como uma flor que nasce pela manhã, com o sol, com o vento, com as luzes e ao final se fecha pra poder nascer novamente no dia seguinte. Se aquela determinada flor morre pela crueldade do tempo ainda tem todo a planta para gerar novas flores, assim como gera-se novos sonhos.

... cada dia é um dia novo, um sentimento novo, um sonho novo, um sonho renovado, um momento novo ...

Sim, sou esta flor, que todos os dias dá o colorido ao dia e sei que, encontro todos os dias, outras flores que dão o colorido que a minha vida precisa ter.

Enfim (adoro enfim) ... então ... enfim ... acho que a vida é isso: rascunhos, nascimentos, flores, cores e cheiros ... a vida é passado e presente... futuro ... a vida é assim, mansa, calma, chata, irritante e ao mesmo tempo, dinamica, rápida, insegura e fugaz ... é bom viver, contrariando os desejos de várias pessoas que não suportam a idéia de ter em suas próprias mãos o destino da sua vida.

Aquela coisa insensata e infeliz de sermos donos do nosso próprio destino, responsáveis pelas nossas (in) felicidades, tropeços, acertos e caída (recaídas também).

Viver é assim ...


quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Aquilo ou Aquela Que eu Queria Ser ...


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Aquilo ou Aquela Que eu Queria Ser ...


Você aguentaria conhecer as minhas verdades? Pois tome; prove; sinta.
Eu gosto do risco. Dos que arriscam. Tenho admiração nata por quem segue o coração. Eu acredito nas pessoas livres. Liberdade de ser. Coragem boa de se mostrar. Dar a cara a tapa! Ser louca, estranha, linda, chata! Eu sou assim. Tenho um milhão de defeitos. Tinha (sic...) uma tpm horrível. Sou viciada em gente. Adoro ficar sozinha. Mas eu vivo para sentir, por isso eu te peço, me provoque, me beije a boca, me desafie, me tire do sério, me tire do tédio. Vire meu mundo do avesso! Mas, me faça sentir. Eu quero rir até a barriga doer. Chorar e ficar com cara de sapo. Este é o meu alimento: palavras para uma alma com fome. Essa é a lógica que inventei pra mim.

Lindo texto que eu honestamente roubei do perfil da minha linda sobrinha Ana Gabrielle. Quisera eu, ter coragem pra me transformar na pessoa que o texto descreve.

Quem sabe, um dia.


terça-feira, 9 de novembro de 2010

A Volta ... Dos que não foram ....


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Depois de um bom tempo longe da tela e do teclado na frente do blog, apresso-me em dizer, retorno aqui simplesmente pra dizer que senti saudade deste canto, que pode ser, segundo nosso eterno Aurélio, hoje digital:
s.m. Ângulo reentrante ou saliente formado pelo encontro de duas superfícies ...

Aquele cantinho de ficar sozinha, pensando, curtindo uma dor (moral, espiritual ou física), um canto de introspecção, sei lá, o canto mais fácil de esconder as mazelas, bem como pode ser um canto, no sentido musical, um canto de alegria, regozijo, um canto de clamor, um canto de amor.

Lá lá lá lá! Lê lê lê, lê, li, li, li, lo,lo,lo, luúúúúúúúúú .... sim, fiz aulas de canto!

Não importa qual canto seja, importa que, pretendo estar aqui de volta sempre que possível, com a permissão honrosa das HTML´s de plantão, com toda a minha infinidade de virgulas e reticências que dizem tudo e ao mesmo tempo não dizem nada.

Foram dias, foram meses (que dramático) que reclusão emocional (mais dramático ainda). Como diz meu amigo Gilberto: Rosinei, você é muito dramática, mesmo na bagunça...

Hummmm ... Pra chorar ou pra rir?

Sei lá... As reticências me ajudam a preencher as lacunas do pensamento, das dúvidas, das incertezas, das coisas e coisas que não sei como resolver.

Ah! Descobri o poder de uns parênteses, que reforçam o sentimento de dúvidas e amplitude dos pensamentos sempre prontos a divagar por outros temas.

Enfim, obrigada pela leitura, pela presença, obrigada por me seguir; quero ver você aqui sempre, com seu carinho e comentários.

Como se diz: Inté