segunda-feira, 16 de março de 2015

Séries de TV: porque eu gosto muito!


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Pra  dizer que não falei das flores!
Ops, não falarei de flores apesar de amá-las!
Uma linda flor pode mudar o humor de qualquer pessoa, concordam?
Quero falar de outra paixão: Séries de TV.
Até pouco tempo garimpava em brechós as series em forma física, nos DVD´s.
Queria ser colecionadora. 

Ter aquele  monte de caixinhas pra ver e rever quantas vezes fossem possíveis.

Acontece que, eu comprava pois estava em promoção sem considerar qual a série e comprei muita coisa que nunca assisti – pensava, deixa ai, num dia de marasmo eu vejo.
De repente eu tinha um monte de séries e caixas e não dava conta de ver tudo e lançava uma série nova, mais empolgantes e eu loucamente querendo comprar e num determinado momento sem condições financeiras (pq o mais empolgante sempre era  mais caro! Lógico!) Ah! E tinha o lance de limpar, tirar o pó ... que me consumia um tempo que eu queira passar assistindo alguma coisa.
Daí um dia resolvi assinar a TV paga e seus teles da vida.
Deixei de assistir as séries pq tinha realmente muita coisa boa rolando. E, vamos falar dos filmes em outra hora.
De repente, não mais que de repente, aparece um tal de Netflix ... e um monte de sites para download. Pronto! Meu lado colecionadora foi pro brejo.
De todas, guardei apenas as séries que superaram as minhas expectativas.
Falo delas em outro post individualmente.
O que sobrou fiz doação para uma ONG que recolhe cachorros abandonados.

Não, perai, não é pros cachorros assistirem não! Bazar para captação de recursos.








quarta-feira, 2 de outubro de 2013

MINIMALISMO :- Grande Começo!


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Tem um monte de coisa rolando na minha cabeça agora.
Um monte de idéias, sonhos, pensamentos.
Uma vontade louca de fazer muitas coisas ao mesmo tempo e, ao mesmo tempo uma vontade louca de não fazer nada.
A frase do mês: Uma metade mim é preguiça e a outra também.
Não cheguei a publicar  a frase do mês passado que era: A melhor hora do dia é a noite!
Fantástica minha imaginação!
To numas de entrar no estilo “Minimalista”.
Venho estudando isso, vendo alguns blogs, tentando seguir algumas tendências.
Vamos ver no que dá isso! 
Parece que estou no caminha certo; mesmo sem saber que estava.
Não entendia até então o nome desta minha mania de me desfazer das coisas: Desapego.
Sobre esse tema, tenho certeza vou precisar de muitos outros posts.
Seguindo na linha minimalista: escrever pouco!

Logo retorno com mais novidades.










segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Dicas Para Felicidade


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1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo.
Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim?
2. Desista da sua necessidade de controle.
Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.
“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu
3. Pare de culpar os outros.
Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.
4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas.
Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.
“A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle
5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível. De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!
“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle
6. Pare de reclamar.
Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.
7. Esqueça o luxo de criticar. 
Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.
8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros. 
Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.
9. Abra mão da sua resistência à mudança.
Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.
“Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” Joseph Campbell
10. Esqueça os rótulos. 
Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.
“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer
11. Abandone os seus medos. 
Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.
“A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” Franklin D. Roosevelt
12. Desista de suas desculpas.
Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.
13. Deixe o passado no passado.
Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.
14. Desapegue do apego.
Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.
15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas. 
Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.




terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Sobre perdão e outros sentimentos!


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Já perdi a conta da quantidade de frases, desabafos, textos e matérias recebidas sobre o tema perdão. Pontos de vista diferentes, contraditórios e geralmente sempre (sempre!) a razão pessoal de cada um. Sempre nos colocamos a frente da situação em que nos julgamos injustiçados, onde somos obrigados a receber o perdão de alguém. 

E como fica o momento em que nós, precisamos pedir perdão para alguma pessoa? Será que somos assim tão perfeitos e certos ao ponto de nunca precisar pedir perdão pra ninguém? Uma desculpa talvez! E nos perdoar? 

Sim perdoar a si mesmo, dar um chega pra lá no pensamento ruim, esquecer uma besteira que tenha mudado a nossa vida? Mudado a sua vida, a minha vida. O perdão genuíno liberta! Liberta das correntes, do peso ou de qualquer outro nome que sua religião ou seus conceitos determinarem. Quem perdoa, esquece... Mas daí... Tem um ditado que diz? Perdoar eu perdoo... Esquecer é outra coisa. 

Sim, esquecer é outra coisa... Não é difícil não... A não ser que o perdão não tenha sigo genuíno... Daí ele dói, machuca (lembrei daquela musica como pode uma coisa assim machucar tanto a gente, lero, lero)... 

Mas cara, você liberou perdão... Pro espelho, pra foto da pessoa... e assim vai e vamos esquecer os momentos em que você é obrigada(o) a perdoar mesmo sem saber porque (por experiência faz bem na hora, depois ....)

Perdão requer humilhação, não esta humilhação degenerativa que o mundo prega, requer humilhação de sentimentos pessoais e por mais que não tenha sido a(o) culpada(o) pela situação você é culpada(o) pelo sentimento ruim que se instalou feito Cerca Viva entre um relacionamento que existiu, eu penso que se ambos se magoaram era porque existia um sentimento. Me entende? Hum! 

Mesmo que aquele motorista grosso não te espera no ponto justamente no dia que tá atrasada ... ele não te esperou (ai que ódio) e olha que você pega o mesmo bus no mesmo horário tem 10 anos e o bocó não te esperou ... Você não sente a necessidade de perdoar ele ... simplesmente murmura e tenta chegar no horário nos próximos dias .... 

Agoooooooooooooooora .... se tem um relacionamento com o motorista Cara-Crachá .... daí é outra coisa ... Cada vez que o vê, sente remorso por ter xingado a matriarca dele ... ahhhh a gente xinga sim ... não me venha dizendo que não! Eu sou usuário do transporte coletivo! 

Quero deixar claro que não tenho ou tive nenhum relacionamento com motoristas. Foi só um elucubração maluca com um situação vivenciada e presenciada. 

Perdão requer confrontação consigo mesma principalmente e se der oportunidade com a outra parte. Olho-no-olho (lembrei de outra musica: quero ver o que voce diz ao sentir que sem vc eu posso ser bem feliz) ... Será que posso? 

Essas questões machucam a gente até o momento que entendemos que a dor é muito maior pra nós mesmos do que pra outra pessoa. A gente não se sente culpada, triste, com remorso porque a conta da luz tá atrasada (eu não, pelo menos) Porque? Porque eu sei que eu vou lá, pago juros e pronto! Quitei minha divida. Com o perdão deve ser a mesma coisa, ficamos devendo os juros do sentimento de liberação e no dia que genuinamente se quita, pronto ... tudo acaba. Precisamos, tão somente, tomar cuidado pra que outro sentimento não tome lugar desse por conta de alguma coisa que se ouça ou veja - no Facebook, princialmente.

Calma, calma, calma ... muita hora nessa calma ... isso faz parte da vida desde que o mundo era mundo (pelo menos até o final de 2012, teorias astecas). Hoje é a cunhada maldita, depois a colega mal comida, aquele vizinho sacana e quem sabe o motorista do ônibus ... o que muda é a maneira como passamos a encarar o sentimento perdão um sentimento que não deve ser banalizado como nas músicas.